A Evolução do TEF: Das Maquininhas de Cartão às Lojas Autônomas

É inegável que a tecnologia tem apresentado facilidade no dia a dia das pessoas. Uma das áreas que tem sofrido alterações são os pagamentos de compras no comércio, e as óticas não estão fora disso.

Em nossa realidade o meio de pagamento mais utilizado é o cartão, seja crédito ou débito, tendo algumas lojas no exterior não aceitando mais dinheiro em seus recebimentos, somente cartão, por questões de segurança, sem necessidade de troco e agilidade no pagamento.

A tecnologia tem por foco principal, segurança e agilidade em nossas tarefas diárias e ter essa facilidade na gestão da sua ótica e apresentar isso ao seus clientes é um passo em direção ao sucesso e bom atendimento.

TEF

Uma das tecnologias que te possibilitam uma boa gestão é a TEF- Transferência eletrônica de fundos.

Com ela integrada ao seu software de gestão as informações de transação do cartão ficam salvas em seus sistema e lhe possibilitam uma conferência e gestão mais prática, assim como validação nas conciliações bancárias.

Para que ela seja implantada, basta ter um software com integração e um PinPad para fazer a leitura do cartão e senha do consumidor.

 

Máquinas de cartão

Com o grande crescimento de profissionais que se classificam como Microempreendedores individuais (MEIs) as maquininhas de cartão se tornaram ferramentas indispensáveis para o comerciante e para o consumidor, é muito mais prático digitar uma senha do que ficar contando moedas ou notas para dar o valor correto do pagamento.

Hoje não se fala mais em Rede e Cielo apenas para máquinas de cartão, outros players estão entrando na jogada como, PagSeguro, Stone, Moderninha, Sumup, e estão ganhando mercado.

E esse avanço no mercado de máquinas de cartão, hoje está cada vez mais claro a realidade de não precisar mais pagar aluguel ou taxas altas, alguns custos estão melhores e há mais vantagens para o comerciante.

Inclusive há máquinas que recebem o pagamento por proximidade do cartão ou celular (Contendo tecnologia NFC-  Near Field Communication, e informações do cartão), tudo para melhorar a vida de seu consumidor.

Mas decisões para sua ótica não devem ser avaliadas somente em “quem dá mais”, mas na verdade em um pesquisa mais detalhada sobre aquisição da máquina, taxas em parcelamentos, serviços de adiantamentos, prazos, suporte etc.

Na foto abaixo um comparativo de máquinas de cartões pelo jornal Estado de São Paulo


Auto Atendimento

Permitir que o cliente entre, escolha, pague e leve sua mercadoria sem nenhuma intervenção, a não ser quando solicitado pelo mesmo, é uma realidade que vem ganhando gosto no comércio brasileiro.

Um modelo de autoatendimento muito usado no Estados Unidos, onde as lojas não possuem o operador de caixa, cada vez mais é implantado aqui no Brasil, você escolhe seus produtos e você mesmo faz o pagamento, sem o tradicional caixa realizado essa função para você. Isto dá o controle ao cliente, beneficia o comerciante reduzindo custo e aumentando o espaço de seu estabelecimento.

Essa realidade vem crescendo aos poucos, por não se tratar de algo simples, é um processo em que o seu consumidor precisa ser educado, é necessário um software adequado e balcão específico.

Lojas Autônomas

Se o e-commerce trouxe praticidade na compra sem precisar ir até a loja física, agora, indo até a loja física, também teremos uma grande praticidade.

Ainda engatinhando com essa realidade, nos EUA e também aqui no Brasil, lojas sem funcionários são uma nova realidade, mais atraente, mais prática e mais rápida.

Nos EUA, a loja da Amazon é bem prática o seu funcionamento, o cliente entra na loja, passa por uma roleta onde se identifica com o aplicativo de celular da Amazon GO, daí em diante ele faz as compras de forma comum e sensores no teto irão o acompanhar e identificar cada produto que pegou. Ao fim de sua compra, basta sair da loja e o valor da compra será cobrado no cartão que deve ser configurado no aplicativo.

No Brasil temos a Zaitt, inspirada na Amazon, inaugurada em Março de 2019. O sistema é semelhante, o cliente faz o download do aplicativo da loja no seu celular, cadastra o cartão de crédito e tira uma selfie no app, se identifica na entrada por tecnologia de reconhecimento facial, realiza a escolha de seus produtos, na saída basta deixar a câmera reconhecer o seu rosto, os produtos são identificados e o pagamento é feito na hora no seu cartão. Cada produto possui uma etiqueta RFID para identificação.

Em ambos casos a única intervenção humana na loja é na reposição de estoque.

O que a tecnologia tem nos proposto é facilidade no dia a dia do comércio, seja na compra online, ou física, seja para o comerciante ou lojista e isso vem avançando em grande escala.

É importante lembrar que apesar de se falar em tecnologia, ainda estamos lidando com pessoas, e nada substitui a aproximação entre consumidor e loja que um bom vendedor proporciona. Temos sempre que acompanhar o desenvolvimento tanto em nível tecnológico, quanto em humano.